Como o preconceito com envelhecimento interfere na saúde física dos idosos?

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A ageísmo ou etarismo acarreta um sério impacto sobre a saúde. Se você não sabe o que é ageísmo, ele pode ser definido como:

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o Ageísmo como: o estereótipo, preconceito e discriminação contra pessoas com base em sua idade. Como este termo está baseado na palavra ‘age’ idade em inglês. Aqui no Brasil uma outra definição tem se tornado popular, o Etarismo. O Ageísmo (ou Etarismo) afeta essencialmente como nós pensamos, sentimos e agimos em relação às pessoas tendo em vista a sua idade cronológica ou a percepção de que “elas podem ser muito jovens ou muito velhas” para ser ou fazer algo. O que é um raciocínio limitado e ultrapassado em uma sociedade que está envelhecendo e que discute tantas questões relacionadas ao preconceito.

O ageísmo é o determinante social que, até então, mais prejudica os idosos e é mais negligenciado. Trazendo um impacto igual, ou até maior que o racismo, que vem sendo amplamente estudado.

No Relatório Global sobre Ageísmo, no que diz respeito à saúde física, os impactos são:

  • redução da longevidade, ou seja, morte precoce; Esse achado foi consistente em 10 estudos que examinaram este assunto na Austrália, China, Alemanha e EUA;
  • saúde física frágil que impede ou dificulta a recuperação de deficiências. A doença física aqui foi estudada e medida através da capacidade funcional, a presença de doenças crônicas e número de consultas médicas e hospitalização;
  • aumento de comportamentos de risco à saúde, como alimentação não-saudável, tomar medicações não-prescritas, beber em excesso ou fumar ou a combinação destes;
  • contribui para pobre saúde sexual e reprodutiva associada a um aumento de doenças sexualmente transmissíveis;
  • contribui para uso inapropriado de medicações que traz sérias consequências.

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Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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