Estudo sobre o impacto da Doença de Alzheimer na Geração "Baby Boomers"

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Para se ter uma idéia melhor de como os “baby boomers” vêem o impacto da doença de Alzheimer em suas vidas, a defesa de Alzheimer grupo ACT-AD (Acelerar a cura/tratamento para a Doença de Alzheimer) realizou uma pesquisa demográfica perguntando como eles iriam lidar com a doença.

Entre as suas conclusões:
• 95% dos entrevistados disseram estar despreparados ou que “não vale a pena viver” se eles forem confrontados com as limitações da doença, quando estiverem com 70 anos;

• 80% disseram que a sua previdência não seria suficiente para cobrir cuidados médicos, se eles foram diagnosticados e 81% disseram o mesmo sobre as suas previdências das famílias;

• 83% disseram-se preocupados com o sistema de saúde despreparado para cobrir as demandas da crise advinda da Doença de Alzheimer;

• Apenas 8% consideraram que as opções atuais de tratamento eram adequadas. A whopping 80% disseram que estariam dispostos a tentar tratamentos experimentais, com potencial para parar a doença, mesmo que envolvia riscos significativos à saúde.
Ao se estudar as respostas dos entrevistados … fica claro por que tantos boomers estão com medo de desenvolver a Doença de Alzheimer.

O impacto emocional e funcional sobre o paciente e sobre a sua família é enorme.

O impacto financeiro sobre o paciente também é grave. Só este ano, os EUA esperam gastar mais de US $ 49.3bilhões em custos para os beneficiários do Medicare com a Doença de Alzheimer, e outros US $ 33 bilhões em custos de Medicaid para instalações de cuidados de pacientes com a Doença de Alzheimer.

Como a entrada dos “boomers” na faixa etária em que a doença de Alzheimer começa a se tornar predominante, podemos começar a esperar os custos às alturas, às custas de ambos, o indivíduo e a família pagar os seus cuidados, assim como o bolso do contribuinte para o Sistema Previdenciário (Medicare e o Medicaid, nos EUA).

Igualmente, acontecerá em todos os países em todo o mundo.

é hora de AGIR!

Recebemos de Helka Fernandes, uma leitora do site (e amiga nas horas vagas!) esse texto por email e resolvemos publicar aqui também porque todos precisamos saber o impacto da Doença de Alzheimer. O texto é da Abraz Alzheimer.

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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