Um estudo publicado na Revista Fisioterapia e Pesquisa apresentou resultados positivos no uso dança para o desempenho motor e gestual, no equilíbrio corporal e na marcha, bem como na qualidade de vida de um adolescente com Autismo.

O autismo é uma das desordens neurológicas mais comuns que afetam o desenvolvimento neuropsicomotor de crianças. Intervenções terapêuticas podem intervir nos transtornos de comunicação e nos comportamentos estereotipados. A dança, como terapia, pode ativar vias sensoriais que viabilizam o aprimoramento do gesto.

A pesquisa em questão foi um estudo de caso de um jovem com 15 anos de idade, que participou de 120 sessões de dançaterapia, com duração de 30 minutos, duas vezes por semana em dias alternados, durante um ano. Foram utilizados instrumentos de avaliação que ao final do período de intervenção mostraram melhora da função motora, equilíbrio e a modificação de alguns parâmetros em escala específica para o Autismo. De modo geral, pode-se dizer que a dançaterapia pode ajudar no comportamento psicomotor desses jovens.

Para ler mais detalhes e limitações desse estudo, clique no quadro abaixo com a referência:

TEIXEIRA-MACHADO, Lavinia. Dançaterapia no autismo: um estudo de caso. Fisioter. Pesqui.,  São Paulo ,  v. 22, n. 2, p. 205-211,  June  2015 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-29502015000200205&lng=en&nrm=iso>. access on  10  July  2016.  http://dx.doi.org/10.590/1809-2950/11137322022015.

Lembre-se que qualquer intervenção para ser terapêutica precisa ser realizada por profissionais capacitados e ter objetivos claros e definidos visando impacto no cotidiano de quem faz a terapia. 😉

(texto retirado do artigo)

FONTEscielo
Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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