Bengala, andador e muleta são como remédio, precisa de prescrição

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A facilidade em comprar dispositivos que ajudam na marcha/andar, como bengala, andador e muleta, pode deixar a falsa impressão que esses dispositivos podem ser escolhidos sem auxílio de um profissional.

É importantíssima a orientação profissional sobre o modelo adequado, a forma de uso correto e sobre variáveis como altura, que se inapropriadas podem prejudicar a pessoa idosa.

Os “DAM” (dispositivos auxiliares de marcha) têm objetivo de manter a independência funcional (manter os idosos fazendo o que gostam e precisam), o equilíbrio e a redução dos efeitos de dificuldades que surgem no caminhar.

Um artigo da Revista da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia com o título: “Dispositivos auxiliares de marcha: orientação quanto ao uso, adequação e prevenção de quedas em idosos“, é usado como referência em algumas aulas por apresenta os variados tipos de dispositivos de mobilidade (bengalas, muletas, andadores). Além de fornecer algumas orientações quanto ao uso correto, alertando também sobre alguns riscos que podem levar à quedas ou até danos osteoarticulares.

Para você, que é profissional/estudante e se interessa pelo mundo da tecnologia assistiva, esse artigo pode ser interessante. Mas vamos deixar claro que “ler sobre” não habilita ninguém a prescrever ou usar um recurso sem o auxílio de um profissional habilitado.

Se você é parente ou cuidador de um idoso, converse com o fisioterapeuta que atende e cuida (também) da marcha do idoso.

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