Recebemos um panfleto de orientações sobre a Síndrome Cri du Chat. O material (que você encontra ao final desse post) foi distribuído fisicamente em uma passeata para conscientização em São Paulo.
Camila, mãe do Tutu (insta: @tutueocriduchat ) nos encaminhou o material para compartilharmos no Reab pois acredita que as informações devem ser amplamente divulgadas, diminuindo o preconceito e levando ainda mais conhecimento por aí.
Falando mais especificamente sobre a síndrome de Cri du Chat, (também conhecida como Síndrome do Miado do Gato), sua característica principal é o choro com som similar a um miado, o que acontece pela subdesenvolvimento da laringe.
A Síndrome de Cri du Chat decorre de uma alteração cromossômica rara e que vem associada a diversas malformações, dentre elas, alterações cerebrais (microcefalia), na laringe e coração. Essas alterações interferem diretamente no desenvolvimento, motor, cognitivo, de linguagem, social e de saúde do indivíduo.
(Leia mais: Como cuidar da criança com a Síndrome Congênita do Zika Vírus: o trabalho do terapeuta ocupacional)
De acordo com estatísticas, a Síndrome de Cri du Chat acomete 1 a cada 50.000 nascidos vivos e não existe cura. O tratamento terapêutico consiste em oferecer o máximo de estímulos possíveis visando a manutenção da qualidade de vida, incentivando seu desenvolvimento global.
Pela pouca quantidade de informações sobre a síndrome, o diagnóstico muitas vezes é tardio, atrasando ainda mais o tratamento e consequentemente o seu desenvolvimento.
É importante salientar que ao perceber a existência de qualquer atraso do desenvolvimento neuropsicomotor é imprescindível buscar por profissionais da área da saúde e reabilitação para um tratamento precoce, o que influencia diretamente na qualidade de vida de bebês e família.
Confere o panfleto que foi elaborado para uma passeata para divulgação da Síndrome e maior conscientização da população:


Maiores informações sobre a Síndrome, você pode acessar o site Portal Cri Du Chat clicando aqui!

