Não é a morte de neurônios é a perda de conexões…

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Começando a semana com novas perspectivas…. 

“O envelhecimento não é uma forma leve de demência”, diz o neurobiólogo John Morrison, especialista em envelhecimento.

Até recentemente, muitos cientistas acreditavam que células do cérebro morriam com o avançar da idade, diminuindo nossos cérebros e perdendo milhares de informações para sempre. No entanto, as mais recentes descobertas indicam que as células do cérebro livre de doenças ficam paradas, sem atividades, e as conexões entre elas é que se quebram. Com esta nova perspectiva veio uma explosão de pesquisas sobre como podemos manter essas conexões e nossa função cerebral intacta por mais tempo.

E abaixo uma imagem de como “ele” funciona e como podemos retardar as consequências da idade…

Fonte: washingtonpost.com

Imagem: thelunch_box

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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