DISCUTINDO SOBRE SEXO

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Quantos de vocês já ouviram dos seus clientes idosos ou companheiros queixas relacionadas a sexualidade?

Eu, minha amiga Ana Katharina sabe, já fui colocada em situações muito delicadas e, devido a essas experiências, passei a abordar esse tema de forma natural sempre que acho pertinente à terapia.

Muitos idosos, na maioria homens, consideram o sexo essencial a vida e a falta dele, por impotência ou ausência de parceiro, pode ser um fator desmotivador muito importante que deve ser considerado no processo de reabilitação.

Podemos pensar assim: Sabe aquele idoso que quando precisa parar de dirigir acredita que lhe arrancaram a independência? Pronto. Com o sexo pode ser parecido.

Acho que devemos ficar mais atentos a essa questão e discutir o assunto com eles caso haja abertura. Ás vezes, a falta de informação/orientação pode levar a diminuição ou interromper a vida sexual do casal idoso. E isso é muito ruim.

Atenção Terapeutas Ocupacionais!!! Assim como tomar banho, alimentar-se, escovar os dentes, sexo é uma atividade do cotidiano. Vocês não acham?

Não esqueçam dele!!!

Fiquem atentos!!!!

Ana Paula Mendes

2 COMENTÁRIOS

  1. Ana realmente achei sensacional você abordar esse assunto aqui. Ainda sou acadêmico, reta final de curso, mas o que posso ver é que a maioria dos companheiros de curso e de profissão, simplismente fecham os olhos quando o assunto é sexo, esquecendo sobretudo que este é um dos topicos que devem ser avaliados no contexto de desempenho ocupacional do cliente,e da importância que ele tem para a pessoa envolvida e pra o seu conjuge. Acho importante um post mais detalhado sobre o assunto, fica a dica.

    bjo anas, parabens pelo blog!

    Dhyego Lima
    Terapia Ocupacional-UFPE

  2. Concordo plenamente.A prática nos possibilita lhe dar com situações dessa forma.
    O sexo desde o começo da humanidade é assunto de polêmicas.O idoso como qualquer ser humano,deve viver a sua sexualidade,tão importante para sua qualidade de vida.
    Não acredito que o idoso só tem vontade de manter relação sexual em sí.
    Mas tocar,acariciar,viver plenamente a afetividade.

    Espero mais colocações de Terapeutas Ocupacionais sobre esse tópico.E se possivel com referencia bibliografica,marco teorico.

    Rafaela
    Terapia Ocupacional
    CEST-MA

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