Atividades terapêuticas para pessoas com Alzheimer

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O site Fisher Center for Alzheimer’s coloca sua opinião sobre “Que tipos de atividades terapêuticas são as melhores?”.
Segundo o site, as melhores atividades são aquelas que remetem às suas habilidades, hábitos e memórias (concordoooo!!!), e também reforçam o sentido da pessoa estar em um grupo, que pode proporcionar amizade, apoio mútuo e conexão espiritual.
Qualquer número de atividades pode ser benéfico, dependendo do indivíduo, e pode ajudar em diferentes aspectos da vida. Por exemplo, a terapia com música pode melhorar a alimentação em algumas pessoas, mas outros não. Qualquer antigo hobby ou interesse da pessoa pode ser utilizado: jardinagem, culinária, pintura, desenho, cantar, tocar instrumentos musicais ou ouvir música, etc .
A rotina é essencial (tb achoooo!!!), pois as atividades que são feitas regularmente, na mesma hora todos os dias, se possível, pode ajudar a estabelecer a rotina e a aumentar a sensação de estabilidade da pessoa.
Algumas das atividades terapêuticas que têm sido mostradas em estudos rigorosos para reduzir determinados problemas de comportamento em pessoas com Alzheimer são:
1. Reproduzir a música da pessoa (a que ela mais gosta) e isso com interação;
2. Assistir a vídeos da família;
3. Caminhar e realizar exercícios leves;
4. Incluir na terapia o animal de estimação.
Vários programas que combinam diversas atividades terapêuticas também têm demonstrado resultados favoráveis em pessoas com Alzheimer. Estes incluem um programa multifacetado da música, exercícios, trabalhos manuais, relaxamento e sessões estruturadas combinando meditação, percepção sensorial e imaginação guiada e técnicas destinadas a acalmar e suavizar.
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Foto: SashaW

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

12 COMENTÁRIOS

  1. Ana,
    Tem dicas ótimas, mas sou de Santos e aqui não consigo encontrar profissionais que possam me ajudar na reabilitação do meu marido. A demência dele foi adquirida devido a uma hemorragia por má formação genética que se agravou devido a queda da moto, pis a estava pilotando no momento e teve como consequencia um TCE. Passados 2 anos, ele está hemiplégcio com sequelas cognitivas, de ordem comportamental e memória, mas perfeito discernimento e inteligência e já alguma memória adquirida. Já esteve com fisioterapeuta, fono, TO, psicopedagoga, enfim profissionais e clínicas.Já passou pela AACD, Sarah e agora espramos retorno do Lucy Montoro e nehum profissional assume o paciente como UM CASO. Todos o tratam como um caso difícil, porque encessita que as atividades sejam assistidas, acompanhadas e não passadas e largadas, como costumam fazer. Então eles não se interessam e lidam de maneira superficial, dizem que tem um monte de paciente esperando na fila de espera, o avaliam por um mês, 3 meses e, depois simpelsmente o mandam embora, sem qualquer devolutiva. É impressionante a falta de interesse em aprofundar-se e o descomprometimento. Como e onde eu encontro profissionais que queiram trabalhar com este tipo de paciente, que queiram e buscam maneiras de aplicar os exercícios na rotina ? Eu tenho que trabalhar para sustentar a família, e manter os compromissos assumidos antes do acidente. Não temos cuidador informal em casa, só cuidador formal e por melhor que ele seja, não posso passar para ele a função de ser terapeuta, porém os profissionais acham que deve ser. Ora, ora, até agora nós já temos sido os melhores terapeutas de meu marido, mas sei que muito melhor se poderia fazer com a ajuda de quem tem formação e quer fazer o seu papel. Enfim…se não puder me ajudar, ao menos vai o desabafo.

  2. OI Eliana , sou fisioterapeuta e acupunturista e como tal procuro ajudar as pessoas a se recuperarem da melhor e mais prazerosa maneira. Fiquei abismada quando li seu relato, mas sei e conheço profissionais que buscam o melhor para seu paciente. Nossa recompensa não é apenas financeira (todos necessitamos para viver), mas a principal é o sorriso de satisfação e alegria de pacientes e seus familiares. Caso queria discutir sobre o assunto de seu marido meu e-mail é: nanda.vasques@gmail.com. Estou a disposição. Sou de Santos.

  3. Adorei as dicas! Inclusive tenho uma paciente que está com início de demência. Trabalho muito com ela atividades com música e pintura (ela é artista plástica). Ela sempre realizada as atividaes com muita animação. A música é um recurso bastante eficaz, fato. (pelo menos no nesse caso)

  4. Tenho uma irmã de 62 anos que estou tomando conta há 1 ano .Ela estava maltratada na casa do marido eu fui busca-la e nunca mais devolvi. Minha irmã estava com bastante piolho e escabiose ,ela não tinha noção de nada, nem do seu higiene, as pessoas que conviviam com ela nem ligavam pra isso ,eu so percebi quando eu trouxe ela para cuidar da escabiose,meu susto foi maior ao perceber como ela estava abandonada,foi muito triste para mim ver minha unica irmá mais velha deste jeito.Ela adora música eu compro uns DVD”S com algumas pessoas dançando ela dança demais eu fico controlando porque não deixo ela ficar muito suada tenho medo .Tem uma pesoa que toma conta dela e leva ao médico mais eu pergunto tudo e quero estar apar de tudo.
    Gostaria de saber de existe um tipo de exercicio que seja proprio para ela fazer. Gostaria de coloca-la em alguma academia para ela fazer exercicio pois ela tem Ostoporose, eu controle os remedios dela. Não toma banho só,tem sempre alguem com ela na hora do banho senão ela sai toma ensaboada.
    obrigada por qualquer informação.

  5. Gotei muito! Minha mãe tem 75 anos. Até o momento o que mais deixa preocupada é a rebeldia e mostrando-se agressiva somente com meu pai,pois ele limita ela de tudo “achando” que esta ajudando ou concordando para que ela não seja repetitiva e termine o assunto. Ex: ela comprou uma bermuda e agora diz que tem certeza que comprou o conjunto e fica me ligando ou presente ,me perguntando onde eu coloquei a blusa dela e o MEU pai fica quieto e diz :depois vc acha ,quando na realidade ele sabe que ela não a comprou. Então peguntei na frente dela :Já que ela comprou e o senhor estava com ela ,então onde está a blusa ? Ele disse que não lembrava. Ela começou a gritar e bater na sua própria cabeça ,poi ele estava falando aquilo só porque eu estava ali e porque ele não falou antes para ela ? Entã fica mais fácil ele mudar o assunto ou falar deixa pra lá ;depois procura … do que conversar…entre outras coisas apesar de ser idoso tbm ,por equanto só ele acha que dá conta de tudo. è lúcido e teimoso e essa teimosia está saindo caro.Por favor me dê uma dica . OBRIGADA! UFA.

  6. Minha mae está em alto grau desta doença com 85 anos,queria saber o que podemos fazer para ela ter uma vida tranquila. Pois tv que era distração ela não pode mais ver.A confusão mental fica pior quando assisti tv.

  7. tenho uma pessoa com este mal ele faz terapia ocupacional,ele faz algumas tarefas para memoria escrita ,mais as tarefas etao vindo as mesma ,gostaria de saber se voce tem alguns modelos de tarefas e se pode mim mandar.obg

  8. Oi, trabalho com Neuropsicologia e atualmente estamos com um projeto de avaliação e reabilitação de demências em Uberaba. Paralelo a isso, estamos construindo uma cartilha para os cuidadores, retirando dúvidas, dando orientações, etc.

    Gostaria de abrir espaço para trocarmos informações e para deixar um canal aberto, caso alguém queira mandar suas dúvidas. Assim que estiver pronto, o material será gratuitamente disponibilizado no site da UFTM. Caso desejem enviar dúvidas ou colaborar de alguma forma, o e-mail é: ladi@uftm.edu.br

    Obrigada pela atenção,

    Sabrina

  9. Gostei muito das dicas que você lançou neste site, porém muitas eu já conheça.
    Sou universitária curso Educação Física, e meu pai um meninão de 89 anos sofre de Alzheimer, tento llevá-lo para passear, mas ele não quer, tento fazer com que ele caminhe e fale com pessoas de sua idade, veja pessoas, crianças, mas ele não colabora.
    O que mais quero é dar uma qualidade de vida melhor para ele já que para essa doença infelizmente não tem cura.
    Sabe ele é um idoso forte, ele anda, ele ainda faz a sua higiene, ele cuido dos pássaros dele, do cachorrinho dele e eu queria aproveitar isso.
    Se puder me enviar algumas dicas de exercícios leves que ele possa fazer em casa comigo e em família, puxa seria muito bom.
    No aguardo de uma resposta,
    Carmen.
    Desde já muito obrigado.

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