Ageismo ou Etarismo: o que é , como surgiu?

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O termo ageismo começou a ser usado em 1969 por Robert Butler, gerontologista americano e o primeiro diretor do National Institute on Aging nos Estados Unidos. Apesar do preconceito de idade não ser desta data, mas ser um comportamento encontrado por por séculos, em vários países, contextos e culturas, o conceito em si é relativamente novo e – ainda – não existe em todas as línguas. Isso pode tornar um desafio aumentar a conscientização sobre esse fenômeno social e defender uma mudança.

No Brasil para definir o preconceito com a idade, além do termo Ageísmo (uma aproximação com a língua inglesa), podemos encontrar também os termos Etarismo ou Idadismo. Em outras línguas que possuem um termo específico, como o Espanhol (edadismo ou edaismo) e o francês (âgisme), só agora estão começando a usá-lo de forma mais ampla.

As línguas que não possuem um termo específico para o preconceito de idade tendem a usar um proxy, como Altersdiskriminierung em alemão, que captura apenas a dimensão da discriminação.

Identificar uma palavra para preconceito de idade em todos os idiomas seria uma forma de começar a gerar conscientização e mudanças entre os países. Embora o preconceito de idade abranja quaisquer estereótipos, preconceito e discriminação com base na idade. Outros termos também usados ​​para se referir ao preconceito de idade dirigido contra crianças e jovens, incluindo os conceitos de “adultismo” e “infantilismo”.

Aqui nos posts do reab, temos usado muito o termo Ageismo para se referir a estereótipos, preconceito e discriminação com base na idade.

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Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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