9 Mitos sobre a doença de Alzheimer

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Mito n º 1: Existe um teste para a doença de Alzheimer

É mito! Não há exame de sangue ou de imagem que pode ser utilizado hoje para diagnosticar a doença de Alzheimer. O diagnóstico da doença de Alzheimer é em grande parte feito por exclusão de todas as outras possíveis causas para os sintomas. Trata-se de uma revisão da história pessoal e médica, bem como exames de sangue, testes neurológicos, e alguns exames de imagem para exclusão de outras doenças. Depois da morte é que por meio de uma autópsia pode ser realizada a procura de marcadores físicos da doença de Alzheimer no cérebro.

Mito n º 2: Os medicamentos podem parar a doença de Alzheimer

A Food and Drug Administration (FDA) aprovou diversas medicações que podem ajudar a diminuir a progressão da doença de Alzheimer , mas estes não são considerados curas. Cerca de uma em cada três pessoas, tendo estes medicamentos prescritos pode retardar a progressão da doença de Alzheimer.

Mito n º 3: A doença de Alzheimer não é fatal

Como a doença de Alzheimer ocorre mais comumente entre os idosos, essas pessoas muitas vezes morrem de outras causas, incluindo acidente vascular cerebral, doenças do coração e câncer, mas não de Alzheimer. A doença de Alzheimer em si é uma doença progressiva que dependendo da idade no momento do diagnóstico, a pessoa pode viver por muitos anos com a doença.

Mito n º 4: A doença de Alzheimer afeta apenas os idosos

Muitos dos casos de doença de Alzheimer são o que chamamos de início tardio, depois de 65 anos. No entanto, cerca de 1 em 10 casos ocorre antes dos 65 anos, às vezes entre as pessoas na casa dos trinta ou quarenta anos. Estes casos tendem a acontecer em famílias com história de doença de Alzheimer.

Mito n º 5: A depressão provoca a doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer e Depressão podem estar relacionadas uma a outra, mas não há nenhuma evidência de que a Depressão provoque a doença de Alzheimer. Em vez disso, a Depressão pode ocorrer com o início dos sintomas, porque as pessoas entram em sofrimento pela mudança de habilidades que decorrem do Alzheimer. O cuidador também pode precisar ser examinado e também ser tratado para depressão.

Mito n º 6: os sintomas de Alzheimer são reversíveis

Há duas possíveis razões pelas quais as pessoas podem acreditar no mito de que os sintomas de Alzheimer são reversíveis. A primeira é que eles acham que estão com Alzheimer e são tratados corretamente para outra condição e melhoram. Causas de sintomas semelhantes (mas reversíveis) incluem problemas de tireóide, deficiência de vitamina A, Depressão e até mesmo efeitos colaterais de medicamentos. O outro fator subjacente a este mito é que a publicidade de medicamentos para a doença de Alzheimer, por vezes, sugere o alívio dos sintomas de forma dramática ao invés de uma estabilização mais sutil dos sintomas, que é o que realmente acontece.

Mito n º 7: Se esforce que os sintomas não te prejudicam

Cuidadores frustrados e familiares podem acreditar que seu ente querido com a doença de Alzheimer funcionaria melhor se se esforçasse mais para isso, mas isso não é verdade. No entanto, o que ocorre é que a atividade física e os exercícios cognitivos, tais como a socialização, parecem melhorar a qualidade de vida e retardar a progressão da doença de Alzheimer. Os cuidadores podem estimular suavemente a participação em todas essas atividades.

Mito 8: eu posso cuidar sozinho do meu ente querido com a doença de Alzheimer.

Há uma tendência que cuidadores queiram fazer tudo sozinhos, por uma série de razões, seja orgulho, senso de dever, amor, ou qualquer outra coisa. Independente do motivo, eles levam muitos cuidadores a não pedir ajuda. Estudos sugerem, porém, que os cuidadores precisam de apoio, cerca de oito horas de vigília para si mesmos a cada semana. Os cuidadores que recebem uma pausa conseguem prestar melhores cuidados do que aqueles que não o fazem. Deve-se considerar o cuidado da pausa para os cuidadores como parte do tratamento da doença de Alzheimer.

Mito 9: A doença de Alzheimer é o envelhecimento normal

A doença de Alzheimer não é o resultado do envelhecimento normal. Quando surgem sinais que são radicalmente diferentes de como essa pessoa costumava ser, é hora de ver o que pode estar causando isso, pois pode ser a doença de Alzheimer. O tratamento precoce é essencial. Não hesite em discutir sintomas como esquecimento e confusão com o seu médico de família.

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Fonte: Everyday Health
Imagem: MTSOfan
Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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