Telessaúde: solução para continuidade dos atendimentos na situação de isolamento social

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O isolamento social imposto pela pandemia do COVID-19 é histórico pela devastação que tem causado no mundo. Os serviços precisaram ser interrompidos, ocupações precisaram abruptamente de adaptação ou de paralisação e isso afetou a vida de todos.

Neste contexto, os pacientes e as famílias que têm assistência de profissionais de reabilitação precisaram também ter seus atendimentos interrompidos. Vários cenários se formam diante dessa realidade; cenários peculiares aos tipos de serviço, características de cada caso (perfil social, econômico e cultural do paciente e família) e do lugar onde acontecem. Além disso, dependem também da situação sanitária que cada país tem enfrentado. Sabemos que no cenário atual (Março de 2020) em alguns países é difícil pensar em ações nesse sentido porque tudo o que as pessoas precisam é sobreviver.

Aqui no Brasil ainda é possível falar de assistência às famílias acompanhadas por serviços de reabilitação. Os atendimentos presenciais estão sendo evitados ao máximo pela indicação necessária de isolamento social recomendada pela OMS. No entanto, por variáveis inúmeras, tanto dos pacientes/familiares e como dos terapeutas, a assistência pode precisar continuar e, aí surge possibilidade uma nova realidade: o uso das tecnologias de informação e comunicação para consultas, monitoramento e consultoria.

Esse tipo de entrega de serviço é “telessáude” ou “telereabilitação”, dentre outras nomenclaturas possíveis. Nesta modalidade terapeutas usam das tecnologias disponíveis para ele e para a família para adaptar o acompanhamento. Além da adaptação para continuidade do proposto nas sessões presenciais, os profissionais de reabilitação podem ajudar através destas ferramentas na orientação personalizada das medidas de controle de infecção. Além de poder educar sobre o vírus, estratégias de autocuidado e criar espaços de escuta. E, quando necessário, até conversar e orientar sobre serviços disponíveis para tratamento psicológico.

O tema “telerreabilitação” surge como uma necessidade não apenas para os profissionais, mas também para os cuidadores e familiares que precisam confiar neste tipo de entrega do serviço. E a confiança e o conhecimento só vem através da informação.

Fizemos um vídeo na TV Reab (Youtube) para que profissionais possam não só ficar ciente sobre do que se trata a “telessaúde”, mas também ter uma ferramenta que poderá ser usada como ferramental para esclarecimento das famílias sobre essa modalidade de serviço.

Para assistir é só dar play! E para compartilhar, você pode ir no Youtube ou copiar o link deste post ou do vídeo!

 

Vamos passar por essa juntos e levando informação de qualidade.

Vamos conseguir. Vai passar!

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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