Estudo publicado no Jornal Stroke da American Heart Association, alega que a recuperação pós-AVE (Acidente Vascular Encefálico) ou AVC (Acidente Vascular Cerebral, como é popularmente conhecido), acontece de forma lentificada em mulheres.

Cerca de 22 estudos apontaram que a maioria dessas mulheres apresentam dificuldades em suas atividades de vida diária (AVDs), além de estarem mais propensas a desenvolverem depressão e quantificarem sua qualidade de vida, relacionada a saúde, baixa.

“Uma possível explicação é que as mulheres tendem a ser mais velhas quando sofrem o AVE, o que também tende a ser mais grave, mas os pesquisadores também apontam a implicação de fatores sociais. Em comparação com os homens, as mulheres que sofrem AVE são mais propensas a viver sozinhas e a serem socialmente isoladas, o que tornaria difícil o reconhecimento inicial de acidentes vasculares encefálicos, visitas ao médico e sessões de terapia de reabilitação.”

Os resultados trazem à tona o fato de que as mulheres podem ser particularmente vulneráveis ​​à depressão pós-AVC. Ao longo dos estudos, as mulheres eram até três vezes mais propensas a sofrer de depressão do que os homens.

Por isso, a importância de um acompanhamento regular durante o processo de reabilitação, garantindo um processo fluído de desenvolvimento motor e, mais especificamente, satisfação com os resultados, podendo previnir os sintomas depressivos.

Imagem Freepik

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