Os melhores estudos de 2012 sobre Autismo

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Uma das coisas que mais gosto no final do ano são as retrospectivas, em especial, as que dizem respeito a estudos.

Encontramos no site Autismo Diário uma retrospectiva bem interessante sobre os melhores estudos de 2012 sobre Autismo. Os estudos trazem novos pontos de vista sobre questões relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) e  mostram o quanto a genética e a neuroimagem foram cruciais para o que se conheceu este ano sobre este transtorno. Ambas, a genética e a neuroimagem, estão nos levando a conhecer em profundidade quais os tipos de mecanismos genéticos estão envolvidos no TEA, e como este conhecimento pode nos ajudar no futuro a descobrir as origens e até mesmo a desenvolver biofármacos para ajudar a combater os sintomas desse transtorno. Da mesma forma, as novas técnicas de neuroimagem têm mostrado diferenças anatômicas que nos levam a entender melhor os processos de crescimento do cérebro e sua relação possível com TEA.

Quanto a 2013, esse é ano do DSM-V, e as mudanças do manual em que desaparecerá diagnóstico de Asperger, que agora será será TEA,  não conveceu a todos os envolvidos. Essa mudança é importante porque no caso de falsos positivos ou de diagnósticos equivocados (é fácil confundir TEA nos primeiros anos) a mudança será mais complexa para a família.

E, embora tenha se falado sobre o impacto dos fatores ambientais na saúde em geral, no caso de transtornos do neurodesenvolvimento parece que o tema cada vez mais adquire relevância. Em 2012, a epigenética começou a ser discutida com força nesse sentido.

A epigenética trata de modificações no DNA que sinalizam aos genes se eles devem se expressar ou não. Esses marcadores não chegam a alterar nossa genética, mas deixam uma marca permanente ao ditar o destino do gene: se um gene não se expressa, é como se ele não existisse (Veja, 2012).

A lista traz estudos sobre genética, epigenética e fatores ambientais, neuroimagem, epidemiologia, conduta e terapia.

Acesse o artigo do Autismo Diário e a lista com os estudos.

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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