Os efeitos negativos da exposição à televisão no período da infância

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O estudo publicado na Infant Behavior and Development (2015) faz parte das referências que apontam os efeitos negativos da exposição à televisão no período da infância, como problemas de desenvolvimento cognitivo, linguístico e motor decorrentes das horas que os pequenos e as pequenas passam na frente da telinha.

(Escrevemos um post sobre: “A televisão e o atraso no desenvolvimento da fala em crianças pequenas“. Quer ler? É só clicar!).

O estudo indica como os agentes capazes (os “super-heróis” da situação) de controlar essa exposição: os familiares (os responsáveis pelas crianças), os cuidadores (as babás), os educadores (professores) e profissionais de saúde (que possuem a função de orientar os pais sobre a qualidade de vida da criança). 

O que podemos dizer sobre a geração dos “nossos filhos”? É uma geração socialmente pouco participativa, que aprende a brincar cada vez mais isolada e a partir de atividades baseadas na tela em detrimento das atividades ao ar livre. Essa realidade é uma consequência direta ao aumento progressivo do acesso das crianças à mídias, como televisão, smartphones e jogos de computador.

O resultado disso é: falta de oportunidades e de tempo suficientes para desenvolver habilidades cognitivas, de linguagem e de desenvolvimento motor através de atividades que eram comuns no cotidiano de quem viveu a infância há uma década. Sendo assim, é bastante compreensível a razão que as leva as crianças a ter problemas de desenvolvimento nessas áreas.

A recomendação é: terapeutas, professores, médicos pediatras, pais ativistas, contadores de histórias, educadores vamos propagar por aí os impactos negativos da exposição às mídias para garantir o desenvolvimento cognitivo, linguístico e motor saudável para nossas crianças!

Não queremos negar a tecnologia, mas conscientizar quanto a hora necessária e não danosa do seu uso! 

Imagem: Brgfx

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