Mulher faz um vídeo selfie enquanto tem sintomas de AVC

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Quando Stacey Yepes sentiu um dos lados do rosto começando a ficar dormente, a primeira coisa que ela fez foi um pouco incomum, um vídeo selfie (aquele que você mesmo se filma). Você pode até achar isso estranho, mas a longo prazo essa atitude pode ter salvo a vida de Stacey.

No vídeo, o rosto dela começa a “cair”. Em um ponto do filme ela tenta sorrir, mas o que consegue fazer é uma careta.

“É tudo formigamento no lado esquerdo”, diz Stacey. “Eu não sei por que isso está acontecendo comigo.”

No entanto, aquela não era a primeira vez que Stacey tinha os sintomas. Na primeira ocasião quando ela chegou ao hospital os sintomas desapareceram. O hospital fez testes e ela foi diagnosticada com estresse. Voltou para casa com algumas orientações com formas de lidar com esse mal.

Ao contrário dos médicos, Stacey não estava convencida. Então, quando ela sentiu os sintomas começarem novamente, enquanto ela estava dirigindo, ela parou e imediatamente começou a filmar.

Com o vídeo em mãos, procurou um um outro médico e imediatamente foi dito que ela havia sofrido um ataque isquêmico transitório (AIT), o que foi confirmado por outros testes que mostraram a obstrução em uma das artérias que fornecem o suprimento seu cérebro.

Quem quiser conferir o vídeo, vai no site do The Telegraph clicando aqui.

O vídeo cortesia da University Health Network, Toronto.

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Mais e quase tudo sobre minha história: Ana Leite, formada em Terapia Ocupacional na Universidade Federal de Pernambuco (Brasil). Minha experiência clínica como terapeuta é com a pessoa adulta e idosa com disfunção cognitiva que apresenta dificuldades na realização de suas atividades cotidianas. O processo de tratamento dos meus pacientes sempre envolveu intervenções que visavam a maior participação possível em atividades cotidianas significativas. As ferramentas utilizadas nesse processo incluíam orientações sobre adaptação do ambiente e da tarefa a ser realizada, organização de rotina e estimulação/reabilitação cognitiva. Tenho especialização em Tecnologia Assistiva, onde me instrumentalizei sobre o uso equipamentos e dispositivos que podem aumentar/permitir a funcionalidade. Fiz mestrado em Design, na linha de pesquisa de Ergonomia. Participei do desenvolvimento e validação de uma metodologia de avaliação do ambiente construído (MEAC). Na minha pesquisa estudei as variáveis arquitetônicas do ambiente moradia das pessoas idosas que residiam em ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos). Nesse processo pude acrescentar ao conhecimentos da Terapia Ocupacional esse olhar mais aprofundado sobre o ambiente de moradia. Assim, compreendendo melhor qual o impacto que o ambiente físico/construído possui no funcionamento diário das pessoas idosas. Sou criadora da primeira marca digital, em língua portuguesa, dedicada a produção/divulgação de conteúdo especializado no contexto de reabilitação, reab.me. Produzo conteúdos textuais e audiovisuais através da curadoria de revistas científicas e outras referências técnicas; edito conteúdos de colaboradores, profissionais de reabilitação, de diversas áreas, que escrevem para o reab. Além de assuntos técnicos, escrevo sobre questões relacionadas à saúde mental dos terapeutas, tendo em vista a crescente necessidade de falar de autocuidado e bem estar para os profissionais de saúde. Tema que tem surgido de forma crescente e preocupante nos bastidores de prática clínica e até em pesquisas. O reab.me edita, produz e distribui em loja digital própria (que vocês encontram aqui no site!), produtos para serem usados por profissionais, cuidadores formais e familiares no processo do cuidar. Os produtos desenvolvidos contam com outros profissionais que opinando, através dos seus conhecimentos específicos, e testando contribuem na co-criação desses produtos. Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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