Idosas são mais vítimas de abuso sexual!

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Mature married couple having quarrel at home

Documento publicado no evento promovido pelo International Network for the Prevetion of Elder Abuse (INPEA) que aconteceu em Nova York, entre 23 e 26 de Julho de 2018, elaborado pela Aliança Global das Instituições Nacionais dos Direitos Humanos(GANHRI) sugeriu leis específicas contra o abuso de mulheres idosas, assim como obrigações específicas para fazer com que tais mudanças apareçam na maioria dos tratados de direitos humanos, garantindo uma maior segurança para as idosas desde já. 

(Leia mais: como identificar sinais de violência no idoso)

Infelizmente, o abuso contra a pessoa idosa ainda é um fenômeno que enfrenta o problema da subnotificação e do silêncio entre a vítima e as famílias, a nossa colaboração é desmistificar esse assunto e não fazer dele um tabu.

Para denúncias, o Estatuto do Idoso, juntamente com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, disponibiliza o canal Disque 100, além das delegacias especializadas em cada região.

Vamos fazer a nossa parte, falar mais sobre a violência ao idoso e principalmente à idosa, pois é a mulher que preenche a maior parte das estatísticas dos casos de violência e esse é mais um dado silenciado.

As mulheres continuam liderando as estatísticas no grupo mais prevalente nos casos de violência sexual quando tornam-se idosas. 

A violência é ainda mais grave quando a idosa está inserida em um contexto de baixo nível social, econômico em que as mulheres são mais vítimas de violência em casos de estupro, assassinatos, aborto indesejado, torturas psicológicas e mutilação genital (comum em algumas culturas).

Por essas razões, a OMS recomenda que as políticas de saúde na área do envelhecimento levem em consideração os determinantes de saúde ao longo de todo o ciclo de vida, sempre tendo em conta as questões de gênero e as desigualdades sociais. Afinal, é preciso enxergar que a mulher precisa de uma maior proteção pois é uma vítima muito mais vulnerável do que o homem idoso.

Felizmente hoje vivemos um contexto social, cultural, político e ideológico completamente diferente, a nova geração de idosas vai ter um passado e um valor social diferente das suas avós. As mulheres pós-modernas lutam constantemente por seus direitos, melhores políticas de saúde, unem-se em forma de protestos e dessas formas conseguem um espaço significativo e até começam a mudar tradições violentas de suas etnias (como mutilação genital).

A partir dessa luta expressiva das jovens mulheres pelos seus direitos é possível uma mudança futura das estatísticas alarmantes de abuso sexuais contra idosas. O empoderamento feminino de hoje pode garantir um futuro mais tranquilo para as idosas de amanhã. 

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