Gameficação na reabilitação: como usá-la, como fazer funcionar?

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Gameficação é o processo de aplicação dos princípios e do design de jogos para outros contextos que não são de jogos. Você já ouviu falar disso? E, se já ouviu, já pensou em trazer a gameficação para o processo de Reabilitação? Pois bem, isso é possível.

As pessoas sempre foram atraídas por jogos. Há evidências de jogos em culturas antigas e cada vez mais se joga, seja no videogame, no celular ou no tablet. Na história os jogos de tabuleiro foram ganhando um novo “irmão”, os jogos de vídeos. E, são exatamente esses que se tornaram mania.

Milhões de pessoas jogam jogos de vídeo, como “World of Warcraft”e “Call of Duty” (se você não ouviu falar ainda, pergunte a primeira pessoa que encontrar na rua, ela vai ter ouvido falar! kkk). Imagine se pudéssemos encontrar uma maneira de usar a gameficação para algo de bom para a sociedade. A parte difícil é encontrar uma maneira de fazê-lo de forma igualmente cativante, como os jogos de vídeo.

Mas como se aplicaria a gameficação em outros contextos que não o de jogos?

Gameficação envolve o uso de estratégias de jogo, tais como:

– Prêmios / pontos / moeda virtual / emblemas
– Barras de progresso
– Desafios do usuário
– Quadros de líderes e reconhecimento
– Níveis
– Negociação de prêmios / pontos / moeda
– Direito de se “gabar” em mídia social

Os jogos oferecem desafios, requerem habilidades e são incrivelmente motivadores, e não é a motivação que precisamos ao tentar ajudar as pessoas a aprender habilidades para a vida, para reabilitá-las? Então, que tal começar a usar das estratégias de jogos para motivar o cliente no processo de Reabilitação?

De certa forma, isso não é uma idéia nova. Nós todos sabemos que o caminho para manter as crianças animadas durante o processo de aprendizagem é transformá-lo em um jogo. Acho que o que é relativamente nova é a idéia de imitar o formato dos jogos de vídeo.

O que isso significa para o ensino de habilidades de vida? Talvez precisamos pensar sobre como podemos gasificar as sessões de terapia. Isso pode especialmente eficaz para a geração mais jovem que já pensa em termos de estágios e pontos. Quem sabe não vai ser usando princípios de jogos que você vai conseguir a participação do cliente e motivá-lo a seguir às orientações em casa? Enfim, fica a ideia: vamos gameficar a terapia!!!

Fonte: Linda’s Daily

 

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

1 COMENTÁRIO

  1. Sou Rute Leite , TO , membro da ACTO(associação cearense de terapeutas ocupacionais)!!!!!!!!!
    Amei!!!!!!!!!!!!!!! trabalho de mais com reabilitação cognitiva!!!!!!!!!!!!
    Vç merece meus apalausos eita TO arretada !
    ADOROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

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