Experiência de dança com grupo de Parkinson

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Foto: Rodrigo Soldon

Os estudantes da Universidade de Illinois têm um jornal na internet que além de trazer notícias sobre a Universidade, divulga iniciativas e pesquisas interessantes, como uma que acontece no Brooklyn com pessoas com doença de Parkinson (DP).

A combinação de técnicas de alongamento e fortalecimento muscular para um baile funk moderno são usadas por grupos de Mark Morris formados especificamente por pessoas com DP.

Kate Kuper além de ser um dos instrutores do grupo também é professor visitante de dança na Universidade de Illinois. Ele e sua co-instrutora Marianne Jarvi desenvolveram uma coreografia criativa de exercícios para pacientes com DP.

“Todo mundo adora … é um divertimento criativo e expressivo …. Muito atraente”, diz Kuper.

Todo mês, durante uma hora e meia, um grupo local de pessoas com PD, que também reúnem-se regularmente na Clínica Carle de Parkinson, participam de uma experiência que eles chamam de “movimento” e é mais conhecida como  “dança da doença de Parkinson”.

Cada sessão começa com um minuto e quarenta e cinco atividades realizadas com os membros sentados ao som de uma música de piano ao vivo, e então, uma série de curta Barre, que é muito semelhante ao ballet.

Com uma seqüência de padrões de movimentos circulares, toques suaves dos pés e poucos balanços os membros aquecem ao som de uma melodia ao vivo de piano.

“Acho que é um remédio para a alma. Enquanto eles estão em sala de aula, eles esquecem de ter a doença de Parkinson “, diz Kuper.

Charotte Brady, por exemplo, tem 69 anos de idade e foi diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Ela admite que, enquanto a medicação a ajuda de forma temporária, os movimentos da dança são mais eficientes para sua saúde geral.

“Estar em forma ajuda a minha saúde …, disse Brady.

Brady está no grupo local de pacientes com DP que freqüentam mensalmente as sessões de dança.

Brady disse que os exercícios com Kuper realmente ajudam muito dela. Ela gosta de frequentar as sessões porque ela pode se encontrar e conversar com outras pessoas com DP.

“Nós todos temos algo em comum … é bom saber que você não está sozinho”, disse Brady.

Fonte: Illini.com

Sou terapeuta ocupacional de formação, comunicadora por dom e experiência ao longo dos 10 anos frente ao reab.me; empresária que aposta na produção de produtos e conteúdos significativos e com propósito para ajudar as pessoas que precisam dos cuidado da reabilitação. Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE) com especialização em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design (UFPE). Sou autora de 4 livros de exercícios para estimulação cognitiva que servem como material de apoio em contextos terapêuticos que visam a manutenção ou melhora de disfunções cognitivas. Sendo eles: - 50 exercícios para estimulação cognitiva: o cotidiano em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a culinária em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva: a família em evidência; - 50 exercícios para estimulação cognitiva de crianças com dificuldades de aprendizagem. No mais, sou Ana, esposa de Fábio, mãe de Olga e Inácio. Praticante de meditação e yoga.

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