Como ser um bom cuidador para você e para seu familiar com Doença de Alzheimer

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Dez dicas básicas para ajudar você a ser um bom cuidador para você e para o seu familiar com doença de Alzheimer. Afinal, para cuidar de alguém temos que cuidar de nós mesmos primeiro, vocês concordam?

1. Busque informações através de profissionais e associações de familiares. Siga em frente. Não se apegue a fatos anteriores. Sua vida será agora diferente. Examine sua atual situação,  defina suas emoções e necessidades, assim como seus recursos e opções.

2. Seja sincero consigo mesmo e com os demais. principalmente com os outros membros de sua família. Enfrente seus temores. Marque reuniões familiares periódicas. Ponha a prova as decisões que são tomadas e revise-as quando necessitarem de ajuste. Reconheça seus limites e reparta tarefas.

3. Contate outras pessoas que vivem um problema similar. Falar com eles ajudará e lhe permitirá aprender estratégias usadas com êxito assim como combater emoções negativas, principalmente a sensação de isolamento, culpa e vergonha.

4. Utilize tudo que favoreça sua saúde física e psíquica. Faça exercícios, alimente-se bem e evite ter sobrepeso. Exercite técnicas de relaxamento e controle emocional. Estimule seu senso de humor. Relacione-se e faça amigos.

5. Em respeito ao familiar, trate em todo momento de conservar a serenidade e aprenda a atribuir e diferenciar o que o familiar era das manifestações próprias de sua efermidade. O que agora pacrece estranho ou desconhecido é resultado da doença.

6. Seja um bom ¨ator¨ com o familiar e favoreça a comunicação emocional positiva em qualquer fase da doença, criando um ambiente agradável e tranquilizador. Potencie a autoestima de seu familiar estabelecendo cenários em que ele possa ser útil. Não demonstre ter sempre a razão, a lógica da demência não é a que temos quando disfrutamos da saúde. A medida que a doença avança, utilize mais linguagem não-verbal do que palavras. Permita saídas graciosas diante de seus erros e não evidencie suas perdas de memória ou de qualquer outra capacidade a não ser que seja estritamente necessário.

7. Não exija a si mesmo o que os outros não poderiam fazer. Não existe o cuidador perfeito. Admita suas emoções, especialmente o cansaço e o mau humor , como sinal de alerta para modificar sua programação de atividades. Conceda-se o direito de errar e experimentar sentimentos negativos.

8. Não recuse a ajuda oferecida por familiares, vizinhos ou amigos. Agradeça e valorize as atitudes por menores que sejam. Com isso, cultivará e favorecerá que aumentem no futuro. Seguramente você irá necessitar.

9. Planifique e programe suas atividades, tratando de manter seus interesses. Utilize sua agenda para fazer programações realistas que atendam as suas prioridades, favorecendo seu bem estar. Antecipe medidas de possíveis problemas futuros, especialmente de aspectos legais ou jurídicos. Mantenha uma visão positiva de futuro.

10. Ponha-se em contato com outros cuidadores. A internet poderá dar informações valiosas para os cuidados desses familiares, assim como permitir o intercâmbio de informações entre cuidadores.

Ana P.

Fonte: www.elperiodicodelafarmacia.es/pdf/26/14mayores.pdf

Foto: vikisuzan

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